De acordo com testemunhas, a intensidade do barulho levou famílias que estavam em áreas de convivência e lazer a deixarem o local antes do previsto. Moradores afirmam que a repetição constante de mensagens de campanha e o elevado volume dos equipamentos geraram desconforto e reclamações ao longo das mobilizações.
Outro ponto levantado por residentes foi a suposta ausência de intervenção de agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEMOP) diante da situação. Os relatos questionam se houve fiscalização das normas relacionadas à poluição sonora e à preservação do sossego público durante os eventos. Até o momento, não há informações oficiais sobre eventual atuação dos órgãos competentes no local.
As manifestações contaram com acompanhamento de equipes da Polícia Militar, conforme relatos de moradores. Até a publicação desta matéria, não havia posicionamento dos organizadores dos atos, das campanhas citadas, da SEMOP ou dos demais órgãos envolvidos sobre as reclamações registradas. O espaço permanece aberto para manifestações e esclarecimentos. Todos os citados têm assegurados o direito de resposta, o contraditório e a ampla defesa, em conformidade com a legislação vigente.



