O clima azedou entre as forças de segurança no Conjunto Penal de Feira de Santana. A decisão da Polícia Militar de retirar agentes das guaritas para apostar em rondas motorizadas virou munição contra a corporação.
O presidente do Sindicato dos Policiais Penais da Bahia, Reivon Pimentel, não poupou críticas. Para ele, abrir mão da presença física nas torres é um erro grave. “Tecnologia ajuda, mas não substitui um agente armado no alto da muralha”, disparou.
Segundo Pimentel, a simples visão de um policial penal com arma longa já funciona como barreira contra fugas e invasões. Sem isso, diz, o presídio fica vulnerável.
Imagem: SSP.



