Enquanto isso, casos de corrupção seguem crescendo e são encobertos por discursos que exploram tragédias. A população vê recursos públicos desviados e instituições fragilizadas.
No debate sobre feminicídio, grupos ligados ao governo preferem demonizar os homens em vez de buscar igualdade de direitos e punições. O resultado é mais divisão e mais mortes.
A Justiça precisa repensar leis que não respeitam o princípio constitucional da igualdade. Não se faz política com mortes, nem com discursos que alimentam a polarização. O país exige soluções reais, não marketing político.
Outro ponto sensível envolve denúncias falsas e disputas patrimoniais. Embora estatisticamente minoritárias, acusações infundadas podem gerar impactos profundos na vida do acusado, afetando reputação, patrimônio e saúde mental. Casos assim exigem investigação rigorosa, ampla defesa e responsabilização quando comprovada má-fé — sempre dentro do devido processo legal.
O debate, no entanto, não pode ser reduzido a uma guerra de gêneros. Feminicídio é crime grave, reconhecido na legislação brasileira, e decorre de um histórico de violência estrutural contra mulheres. Combater esse fenômeno exige políticas públicas eficazes, aplicação correta das leis e respeito às garantias constitucionais de todos os cidadãos.



